O Estado

Veja aqui o potencial do Paraná e seus setores de destaque para a realização do seu evento.

Forças
Setor agrícola

Setor agrícola

O Paraná é expoente no setor agrícola brasileiro: o maior produtor nacional de grãos. No entanto, o Estado ainda não possui uma feira direcionada ao setor.

Os expressivos números paranaenses:

1. É líder nas culturas do milho e feijão;

2. Figura entre os maiores produtores de trigo, soja e cana-de-açúcar;

3. Nos últimos meses, os financiamentos para o setor aumentaram 54,5% e mostram perspectivas ainda mais otimistas;

4. A produtividade do trigo, passou de menos de uma tonelada por hectare, para mais de 3 toneladas;

5. O feijão passou de 600 quilos para 1,3 mil quilos;

6. O milho evoluiu de 3,8 mil quilos para 9 toneladas, sempre na mesma área;

7. A cultura da laranja segue em alta desde a década de 80. A última produção registrada foi de 587,7 mil toneladas.

Informações relevantes:

- O IAPAR (Instituto Agronômico do Paraná) e a EMPRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) têm sede em Londrina, no Norte do Estado. Por trás de cada uma dessas instituições, há uma elite de profissionais com reconhecimento internacional;

- O Paraná registrou a maior safra de grãos de toda a história: 36 milhões de toneladas, 17% superior ao período anterior.

Setor alimentício e de bebidas

Setor alimentício e de bebidas

Neste setor, o Paraná é o segundo colocado nacional, perdendo apenas para São Paulo, responsável por 1/3 dos empregos, nos últimos 7 anos. No entanto, o Estado ainda não possui uma feira direcionada ao setor.

Estes números mostram que o cenário é seguro e muito atrativo para investidores nacionais e internacionais:

1. Estão no Paraná 3.887 empresas, o que corresponde a 8,6% do total nacional;

2. Isso significa 197.356 empregos diretos;

3. A alimentação fora do lar representa 2,4% do PIB brasileiro;

4. No Paraná, o setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo apresentou crescimento de 21,1%.

 

Dados relevantes:

- Empresas da Dinamarca querem estabelecer parcerias com o setor alimentício e agrícola do Paraná;

- A maior exportadora do setor de carnes no País apresentou uma alta de 45% nas suas exportações ao final do último trimestre;

- Espera-se um crescimento de 46% para o setor de alimentos orgânicos no Brasil;

- Nos últimos 2 anos, o setor de franquias de alimentos é um dos que mais crescem em nosso País.

Setor de confecções

Setor de confecções

O Paraná ocupa a quarta posição entre os principais polos produtivos de confecções do Brasil, respondendo por quase 9% do PIB do setor.

A soma dos investimentos bateu a casa dos R$ 146,9 milhões, com alta de 24,3% comparada ao ano anterior. No entanto, o Estado ainda não possui uma feira direcionada ao setor.

 

Radiografia do Estado:

1. Dos 399 municípios paranaenses, 78% possuem algum processo produtivo ligado à confecção;

2. Hoje são mais de 2,5 mil fábricas em operação do setor no Estado;

3. Enquanto o faturamento industrial no Paraná se manteve estagnado, o setor de confecções cresceu 28,5%;

4. Estão em atividade no Estado mais de 6 mil estabelecimentos do setor, empregando mais de 90.000 pessoas.

 

Dados relevantes:

- Onze empreendimentos do setor situam-se entre Cianorte e Maringá, trecho conhecido como “Corredor da Moda”;

- Em vários municípios paranaenses, a base da economia é a indústria do vestuário;

- Cianorte é responsável por 20% de todo o jeans produzido no País, o que representa 12 milhões de peças por mês;

- Maringá conta com o segundo maior centro de compras de atacado do Brasil, atrás apenas do Mega Polo Moda, de São Paulo (SP).

Setor da construção civil

Setor da construção civil

Quando o assunto é construção civil, o Paraná ocupa a 5ª posição em nível nacional e a 1ª posição no Sul do País. No entanto, o Estado ainda não possui uma feira direcionada ao setor.

O Paraná possui:

  1.  12 mil revendas de materiais de construção de médio e grande porte filiados ao SIMACO-PR;
  2.  3.500 indústrias da construção filiadas ao SINDUSCON/PR;
  3.  57 indústrias da construção pesadas filiadas ao SICEPOT-PR;
  4.  70 mil engenheiros e profissionais filiados ao CREA-PR;
  5.  8 mil arquitetos filiados ao CAU/PR;
  6.  45 mil construtores individuais filiados ao SINTRACON;
  7.  16 mil estabelecimentos relacionados direta ou indiretamente com o segmento.

Números que impressionam:

 - Klabin, indústria de papel e celulose, investiu R$ 6 bilhões de reais na construção de sua planta no Norte do Paraná;

- 103 mil residências estão em construção e outras 250 mil previstas até 2020;

- Empresas licitadas, responsáveis pela manutenção e construção de obras governamentais no Estado do Paraná, totalizaram um valor de R$ 2,9 bilhões em investimentos no ano, com previsão de acréscimo para os anos seguintes.

Setor metal-mecânico

Setor metal-mecânico

Entre os anos de 2010 e 2016, o número de indústrias do setor cresceu 78,5% no Paraná, conforme o Ministério do Trabalho e Emprego, passando de 3.400 mil para 6.128 mil estabelecimentos. A tendência é de evolução. No entanto, o Estado ainda não possui uma feira direcionada ao setor.

 

Nota importante:

1. As empresas do setor no Estado do Paraná, empregam atualmente quase 100 mil pessoas;

2. Só o setor de mecânica soma 2.602 estabelecimentos, com a geração de 52.502 empregos diretos.

 

Vale a pena saber:

- Maringá, no Norte do Paraná, concentra um grande número de empresas de metal-mecânica e agroindústria, que fornecem tanto matéria-prima quanto produtos acabados para o Brasil e exterior;

- O SENAI oferece curso técnico de metal-mecânica, lembrando que toda a indústria depende deste setor. Portanto, é grande a procura por bons profissionais.

Setor da saúde

Setor da saúde

Apesar de um cenário não muito favorável Brasil afora, no Paraná, a saúde pública tem contornos melhores:

1. O sistema público de saúde é administrado pelo governo estadual;

2. O Estado conta com quase 30.000 leitos, sendo 902 de UTI e 194 de UTI neonatal;

3. São 464 hospitais e 5.000 estabelecimentos de saúde privados (hospitais, clínicas,  laboratórios etc);

4. O Ministério da Saúde aponta uma queda no índice de mortalidade infantil e no número de mortes por doença em geral;

5. A marca do Estado, na última década, foi o êxito no seu processo de regionalização. Ou seja, o Paraná investiu maciçamente para estruturar o setor de saúde no interior e, consequentemente, desafogar os grandes centros, como Londrina, Cascavel e, sobretudo, Curitiba. Para isso, foram construídos 13 hospitais descentralizados (Hospitais Regionais), e outros 31 foram ampliados, reformados e modernizados.

 

Informações relevantes:

- Entre as dezenas de indústrias de equipamentos médicos e cirúrgicos, o município de Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba, tem uma nova unidade de fabricação da organização BMR Medical, especializada nesse tipo de material, que transferiu o parque fabril da sua unidade Paragon de Boston para o Paraná;

- Temos 45 milhões de brasileiros que têm planos de saúde e gastaram 90 bilhões;

- O dispêndio do SUS foi de R$175 bilhões para atender 200 milhões de brasileiros.

Setor de serviços

Setor de serviços

No Paraná, levando-se em conta o acumulado dos sete primeiros meses do ano, os serviços prestados no Estado apresentaram avanços de 7,6%.

O que segura o emprego no Estado, assim como no Brasil, é o setor de serviços com a criação de 4.187 vagas. No entanto, o Estado ainda não possui uma feira direcionada ao setor.

 

Dados importantes:

1. O setor de serviços no Paraná gera 1.456.020 empregos, em mais de 100 mil estabelecimentos;

2. 40,6% atuam no segmento de asseio e conservação operando principalmente nas indústrias alimentícias, química e automotiva, em shopping centers e no sistema hospitalar;

3. A segunda maior participação é da prestação de serviços gerais, com quase 35% na composição, seguido de manutenção elétrica e eletrônica (ambas com pouco mais de 28,1%); jardinagem e paisagismo (25%) e trabalhos de caráter temporário (22%);

4. Segurança privada, engenharia e montagem, e logística estão com 19%.

 

Informação recente:

Governo cria lei que beneficia cerca de 450 mil micro e pequenas empresas de 142 atividades;

Na prática, a lei traz vantagens a todas as pessoas jurídicas que se enquadrem como microempreendedores, microempresas e pequenas empresas, com teto de receita bruta anual de R$ 3,6 milhões;

Para o setor de serviços, foi criada uma nova tabela de alíquotas (16,93% a 22,45%) que varia de acordo com a atividade, como advocacia, corretagem, medicina, odontologia e psicologia, entre outras.